Propostas

Feminismo

  • Selo Empresa Amiga da Mulher Paulista para empresas que igualdade de salários entre mulheres e homens
  • Políticas públicas de combate à discriminação, ao assédio e às violências contra mulheres
  • Rede de proteção

Somos a maior parte da população brasileira, nas universidades e nos postos de trabalho. No entanto, as pautas feministas ainda são tratadas de maneira negligente. Nossa importância na economia, por exemplo, é decisiva para o desenvolvimento do Brasil e de São Paulo. Grande parte de nós fez parte da privamera feminista que, em diálogo com uma nova onda mundial das mulheres, floresceu milhares de lideranças feministas que estão pondo abaixo a cultura machista. Por outro lado, os espaços institucionais e de poder não acompanharam essa mudanças, pelo contrário. Em São Paulo, por exemplo, somos pouco mais de 12% dos deputados da ALESP, o que explica o fato de muitas das decisões retrógradas que são tomadas pelos políticos atingem com mais força as mulheres. Por isso, temos que conjugar nossa luta das ruas com a participação feminina nos espaços de poder.  Dessa forma, teremos um país e uma São Paulo livre da desigualdade de gênero responsável pela desigualdade salarial entre homens e mulheres, pelo controle dos nossos corpos, pelo feminicídio e demais violências a que muitas de nós somos submetidas cotidianamente.

Mandato aberto aos movimentos feministas

Vamos construir um mandato aberto aos movimentos feministas que estimule a organização das mulheres em todos os espaços para, juntas, ajudarmos a garantir que decisões que atacam as mulheres sejam barradas. Além disso, estar no parlamento e nas ruas garantirá que as demandas das mulheres saiam do papel e virem lei.

 

Selo Empresa Amiga da Mulher Paulista para empresas que adotarem boas práticas de igualdade entre mulheres e homens.

A diferença de salário entre homens e mulheres que exercem a mesma função é uma realidade. Este é um fator, dentre outros, que estruturam a desigualdade de gênero. Por isso, vamos criar um selo para estimular as empresas a adotarem políticas que superem essa lógica e contribuam para a construção de uma nova sociedade.

 

Políticas públicas de combate à discriminação e às violências contra mulheres

Nosso mandato vai lutar pela manutenção e o aperfeiçoamento das políticas de assistências às mulheres sujeitas à violência doméstica, através do investimento em unidades da Delegacia da Mulher e na formação das policias. Além disso, lutaremos por políticas de formação para o fim da discriminação, com mudanças nos currículos escolares e demais espaços de desenvolvimento de crianças, jovens e adolescentes.

Estudantes

Carina Vitral construiu sua trajetória política no movimento estudantil. Defende mais financiamento para a educação e ampliação do acesso, principalmente ao ensino superior. Para construir um estado de São Paulo desenvolvido e que garanta qualidade de vida para toda a população, é necessário que se coloque a educação no centro do projeto do desenvolvimento de São Paulo. Por isso, a candidatura de Carina tem como objeto lutar pela garantia de educação pública e de qualidade em todos os níveis, com formação crítica e cidadã.

  • Orçamento e qualidade para a educação pública, do ensino infantil à universidade.
  • Bolsas e políticas de permanência para alunos das Fatecs e Etecs.
  • Bom Prato Estudantil: restaurantes populares em todo o estado.
  • ProUni estadual: bolsas de estudo para jovens em universidades.
  • Passe livre para estudantes em todo o estado.

Orçamento e qualidade para a educação pública, do ensino infantil à universidade.

Para que se garanta uma educação pública, gratuita e de qualidade é necessário que se amplie os investimentos na área. Em nível nacional, Carina lutou para que fosse aprovado, entre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), a destinação de 10% do PIB no setor. Levaremos essa luta para o estado de São Paulo para que, dessa forma, cria-se condições para desenvolver políticas educacionais eficientes.

 

Bolsas e políticas de permanência para alunos das Fatecs e Etecs.

São Paulo tem uma vocação tecnológica que precisa ser melhor aproveitada. Por isso, além de ampliar o acesso ao ensino tecnológico, é necessário que se crie políticas de permanência estudantil. Dessa maneira, os estudantes terão mais condições de terminar seus estudos sem evadir por conta de dificuldades de arcar com os gastos de xerox, alimentação, moradia, entre outros.

 

Bom Prato Estudantil: restaurantes populares em todo o estado

As políticas de democratização do acesso ao ensino superior precisam estar acompanhadas de políticas de permanência, ou seja, medidas que o Estado deve tomar para custear as despesas comuns à vida estudantil. Uma dos entraves da permanência é, justamente, os custos com alimentação. Por isso, São Paulo deve seguir o exemplo de outras unidades da federação e garantir a construção de restaurantes universitários com preços acessíveis.

 

ProUni estadual: bolsas de estudo para jovens em universidades.

Ainda precisamos avançar muito para garantir que, em São Paulo, os estudantes tenham acesso irrestrito à educação superior. Por isso, além de garantir a expansão de vagas em instituições públicas de ensino superior, propomos a expansão do programa Universidade para Todos a nível estadual.

Passe livre para estudantes em todo o estado

Carina Vitral organizou, durante as manifestações contra o aumento das passagens em Junho de 2013, atos em frente à prefeitura de São Paulo. Fruto dessa luta, hoje cerca de 600 mil estudantes são beneficiados na capital com o passe-livre estudantil. Agora, essa luta deve ganhar todo o estado para que todos os estudantes paulistanos tenham o direito de circular livremente pela cidade.

Propostas Educação

Em defesa da educação, ciência e tecnologia

Carina tem sua trajetória construída na participação estudantil e na luta pela educação, por isso defende a educação pública, gratuita e de qualidade com valorização dos profissionais, garantia do uso correto e ampliação dos recursos. O diálogo constante e o fortalecimento dos movimentos sociais por meio das entidades estudantis e dos sindicatos.

É contra projetos que visem reduzir o debate político nas escolas ou na universidade e também irá lutar e pressionar pela revogação da Emenda Constitucional 95, para garantir mais recursos para a educação e também na proposição de maior diálogo na construção do modelo e do currículo das nossas escolas, diferente do que aconteceu com a recente Reforma do Ensino Médio.

1 – TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO

 Valorização dos profissionais em educação e organização da carreira, garantindo o incentivo à formação continuada;

Criação e efetivação de programas e políticas públicas que rede de proteção psicológica aos profissionais de educação e de combate a violência na escola que garantam qualidade de vida no trabalho.

  • Lutar continuamente pela valorização dos profissionais da educação, por meio não só da garantia do piso salarial, mas de maiores reajustes e de melhores planos de carreira;
  • Reconhecimento de cursos-livres que visem à qualificação profissional e/ou repertório cultural dos professores, realizado em outras instituições que emitam certificados válidos, como parte da política de pontuação para evolução salarial.
  • Realização de concursos públicos visando preencher o quadro deficitário de profissionais que atuam nas escolas, dentro e fora das salas de aula.
  • Incentivo à formação continuada e melhor qualificação dos professores. Aumento da disponibilidade de cursos e oficinas oferecidos pela Secretaria Estadual de Educação e pelas
  • Diretorias de Ensino, em horários que sejam possíveis de serem feitos pelos professores da rede.
  • Garantir direito dos professores contratados em regime de categoria O, com criação de vínculo empregatício após 6 meses de de contrato.
  • Criação de um novo plano de carreira para os professores vinculados ao Centro Paula Souza, com contratação por regime de carga horária definida (20h ou 40h), garantia de vale-transporte e vale alimentação (segundo as regras da CLT), readequando o quadro de professores existentes a essa nova modalidade.
  • Garantir que as horas adquiridas pelos professores não sejam retiradas, salvaguardando aos professores o vencimento obtido anteriormente;
  • Suporte a professores e funcionários que sofrerem qualquer tipo de agressão física, verbal ou virtual por razão de seu trabalho, cabendo ao Estado, por meio de convênio com a rede pública ou privada, garantir o acompanhamento por até 10 sessões em psicólogos e psicopedagogos para auxiliar o profissional a voltar para suas atividades.

2 – EDUCAÇÃO BÁSICA

Propor a criação da Lei da Escola Democrática, que define a eleição para diretoria da escola, além de diretrizes e orientações para as escolas criarem mecanismos de participação e diálogo entre professores, alunos, familiares e comunidade sobre questões importantes para o fortalecimento da escola pública;

Criação de políticas de prevenção a todo o tipo de violência em sala de aula e agressões aos professores e professoras, tais como realização de palestras, cartilhas e oficinais que instruam coordenações e diretorias a lidar melhor com esse problema.

  • Acompanhar e fiscalizar a destinação dos recursos da educação básica, lutando pela sua aplicação na garantia de escolas em tempo integral com alimentação para os estudantes, professores valorizados, acompanhamento pedagógico e boa estrutura de salas de aula e laboratórios;
  • Defesa da redução no número de alunos por turmas nas escolas públicas, evitando superlotações de salas e visando à melhor aprendizagem dos alunos;
  • Propor uma lei que defina e oriente diretrizes para a democratização das escolas, com eleições para a diretoria, valorização dos grêmios estudantis e outros mecanismos que garantam o diálogo entre professores, estudantes, famílias e comunidade na proposição de transformações que impactem diretamente as escolas públicas.
  • Propor regras rígidas para fechamento de salas, impedindo a que o poder executivo estadual tenha a prerrogativa de tomar tal medida sem diálogo mais amplo com outros setores do poder público e da comunidade escolar;
  • Propor um programa de revisão dos materiais didáticos escolares que conte com a participação de professores da rede pública e demais profissionais e pesquisadores da educação;
  • Criar mecanismos de maior divulgação do Fórum Estadual de Educação e de suas ações, fortalecendo o diálogo com suas entidades e buscando efetivar os seus encaminhamentos;
  • Contratação de intérpretes e aquisição de equipamentos (ou parcerias com o sistema de saúde) que prezam a alfabetização de surdos e a inclusão de Pessoas com necessidades especiais ao ambiente escolar;
  • Defesa e fiscalização da aplicação do DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005, que prevê (capítulo III) a formação na formação docente o ensino em Libras.

3 – CURSINHOS POPULARES

  • Inclusão dos cursos populares em fóruns de Educação do Estado de São Paulo;
  • Assegurar a utilização do espaço físico público (como escolas estaduais, ETECS e FATECS) para o funcionamento dos cursos populares (pode utilizar o programa “escola da família”);
  • Lutar pelo auxílio para materiais didáticos e outros insumos para os cursos populares;
  • Propor a instituição do “Bolsa Cursinho” Estadual, garantindo uma remuneração à estudantes que comprovem frequência nos estudos em cursinhos populares e que contribuam com serviços à comunidade em conjunto com os cursinhos;
  • Propor mudanças no método de avaliação e supervisão da educação básica por parte do estado, que garantam o acompanhamento e suporte contínuo às escolas com índices baixos e desvincule o repasse de recursos ao desempenho das escolas;

4 – EDUCAÇÃO SUPERIOR PÚBLICA

Lutar pela garantia da aplicação real dos 9,57% do ICMS para as universidades estaduais paulistas (USP, Unicamp, UNESP) buscando sua ampliação;

Propor a criação de um Plano Estadual de Assistência Estudantil, que garanta destinação específica de recursos para permanência estudantil nas instituições estaduais de educação superior, além da criação de eixos e programas que orientem e auxiliem as instituições na assistência aos estudantes;

  • Lutar pelo aumento do repasse de recursos para as FATECs;
  • Lutar pela garantia da bolsa permanência e por uma política de permanência estudantil para os estudantes das FATECs;
  • Defesa da habilitação em Libras nos cursos de Letras nas universidades estaduais.
  • Acompanhar, fiscalizar e lutar pela implementação e ampliação dos recursos destinados aos Hospitais Universitários das universidades estaduais, garantindo o atendimento às comunidades próximas e o fortalecimento do ensino e da pesquisa;

5 – EDUCAÇÃO SUPERIOR PRIVADA

  • Acompanhar, fiscalizar e lutar pela implementação do Bom Prato Estudantil com urgência nas regiões próximas aos grandes polos de universidades privadas;
  • Propor uma Lei que proíba cobrança de taxas de repetência, de prova e emissão de documentos nas universidades privadas, legislação que já está em vigor no estado do Rio de Janeiro (conforme Lei Estadual Nº 2338/2017)

Direitos Humanos

  • Políticas públicas de combate à discriminação, ao preconceito e às violências contra as pessoas LGBTI.
  • Ações de defesa, garantia e promoção dos direitos coletivos e individuais.
  • Programas de incentivo para travestis e transexuais ingressarem no ensino básico e no mercado de trabalho.
  • Formação continuada das polícias em direitos humanos para combate ao machismo, racismo e LGBTfobia.
  • Elaboração anual de relatório sobre violência LGBTfóbica para subsidiar implementação de políticas de prevenção e redução das violências.

Baixada Santista

  • Minha Casa, Minha Vida na Baixada: lutar pela implantação de programa de moradias para a população de baixa renda.
  • Políticas públicas de Educação, Saúde, Habitação, Assistência Social, Esporte, Turismo e Cultura.
  • Projetos para recuperar a economia de Santos e da Baixada, criar empregos e reduzir as desigualdades sociais.
  • Implantação do Plano Regional de Resíduos Sólidos da Baixada Santista, com soluções para os resíduos sob a ótica ambiental, econômica e social.
  • Política Metropolitana de Logística Reversa: mais Ecopontos e Pontos de Entrega Voluntária para descarte dos diferentes tipos de lixo, resíduos e outros materiais.
  • Programas de combate a incêndios e enchentes na Zona Noroeste, que sofre com abandono por parte do poder público.
  • Porto Valongo: revitalização da região do porto de Santos, o que vai gerar oportunidades para lazer, turismo, emprego e renda.
  • Gratuidade aos maiores de 60 anos no transporte municipal de Santos.
  • Contratação de médicos e outros profissionais nas policlínicas e demais unidades de saúde de Santos.
  • Recuperação do sistema de saúde municipal: mais verbas, equipamentos adequados e boas condições de trabalho aos funcionários.
  • Criação do ProUni estadual, para garantir bolsas de estudo aos jovens nas universidades. Passe livre para estudantes em todo o estado.

Participe!

Essa campanha tem como principal objetivo ocupar o poder para renovar a política. Por isso, essa caminhada será coletiva e construída por muitas mãos. Ao preencher o cadastro, você estará fazendo parte do nosso coletivo de voluntários que levarão esse projeto jovem e popular à ALESP.

Como você gostaria de participar?

Organizar reuniões com amigos e familiaresColocar placa em casaColar adesivo no carroDivulgar material de campanha via WhatsAppCompartilhar postagens da Carina no FacebookParticipar de panfletagens e atividades de campanha

Colabore com a campanha

Carina foi presidente da UNE e da União Estadual dos Estudantes de São Paulo. Em 2016, disputou a eleição para prefeitura de Santos (SP), e atualmente preside a União da Juventude Socialista.

Junto com a candidata a vice-presidenta da República Manuela D´Ávila, acredita no empoderamento feminino e luta para que as mulheres e os jovens tenham condições de participar da política.

Você que quer a renovação na política, que acredita na força das mulheres, dos jovens, dos negros, dos LGBTs, que confia na capacidade de transformação da maioria que hoje está alijada das decisões políticas, colabore.

Você que luta por educação pública de qualidade, para resgatar a democracia e para que o Brasil tenha um projeto de desenvolvimento que gere emprego, distribua renda, garanta direitos e ofereça oportunidades a quem precisa, venha nesta caminhada.

Nossa luta só pode ser vitoriosa com a força coletiva, com a sua participação. Quem mora em outros estados também pode colaborar. Doe qualquer valor.

Doe

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